Desde a chegada dos leitores digitais no Brasil, como o Kindle em 2009, diversas especulações começaram a surgir no Mercado Editorial. O que aconteceria com o livro impresso? Com as vendas? Com distribuidores e livrarias? 

Um mundo sombrio se avolumava para a categoria. Grandes editoras, livreiros e distribuidores se uniram, em diversos momentos, para discutir o tema. Entretanto, para pesquisadores mais otimistas, estas previsões chegariam apenas em 10, 20 anos. Fato é que 10 anos passam rápido e a crise chegou para as maiores livrarias do país. Vale lembrar que vemos o fechamento de diversas lojas destas mesmas livrarias desde 2017.

Em pesquisa encomendada a FIPE pela Câmara Brasileira do livro e pelo Sindicato Nacional de Editores, em 2018, foram analisados os números das editoras em dois setores: mercado (venda em livrarias, bancas e etc.) e governo (programas de compras para estudantes e bibliotecas escolares). O setor editorial brasileiro faturou R$ 5,12 bilhões, um decréscimo real de 4,5%. Produziu 350 milhões de exemplares, 43,4 milhões a menos na comparação com o ano anterior, e comercializou 202, 7 milhões de exemplares, queda de 8,84%. São múltiplos os fatores que desenham este quadro, o principal deles, foi a transferência das vendas do varejo para o e-commerce.

Do ponto de vista das editoras e das livrarias, a dificuldade de atuar no mercado editorial concentra-se no modelo de comercialização vigente.  As editoras enviam seus exemplares impressos para as livrarias, sem custo. E as livrarias expõem as obras e depois prestam contas às editoras. Assim, as livrarias absorvem uma margem média de 35% a 60% dos preços de capa do livro e acertam o valor restante com as editoras em um prazo que pode variar entre 30 e 120 dias.

Com o encolhimento do negócio do livro, os distribuidores, invariavelmente, se viram frente a uma das maiores crises do segmento. Esta crise expõe a necessidade imperativa de mudança, transformação e visão. Como se adaptar às novas fórmulas de consumo? Qual a melhor postura para a transformação necessária das editoras nacionais?

O setor vive o desafio de ampliar os pontos de vendas e os canais de distribuição, evoluindo na forma de vender e entregar o livro. Além da necessidade de implantar novas estratégias de marketing que coloquem o consumidor final no centro das decisões.

Porém, mesmo diante de tantos questionamentos, a verdade é que leitores de livro físico não estão extintos, o livro não está em crise, o mercado sim.

Com esta visão e buscando a inovação necessária ao mercado, o Grupo Editorial Zit, com 50 anos no mercado editorial, apresenta o Programa Divulgadores do Conhecimento. Um novo modelo de negócio que proporcionará a seu representante trabalhar com o que há de mais inovador quando o assunto é portifólio, sem se preocupar com estoque ou logística. A Editora disponibilizará treinamento e consultoria e tudo o que é preciso para o divulgador do conhecimento ser bem sucedido nesta parceria de negócio. Além disso, o parceiro da Editora poderá fazer seu horário, e participar de programas especiais de premiação.

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